Colunista fala dos cuidados das mulheres em relação a saúde; na próxima quinta (8) é comemorado o Dia Internacional da Mulher
O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, é uma data para reflexão sobre os avanços e as desigualdades que ainda persistem na vida das mulheres.
Mulheres: Saúde e bem-estar
As mulheres brasileiras, em sua maioria, apresentam hábitos de vida mais saudáveis que os homens: são mais ativas fisicamente, consomem mais frutas e verduras e assistem menos televisão. Embora apresentem taxas de colesterol maiores e consumo de sal mais elevado, e apesar do aumento no consumo de cigarros, ainda fumam menos que os homens.
Desigualdades de gênero: um retrato preocupante
Apesar dos avanços, as mulheres ainda enfrentam significativas desigualdades. Elas recebem, em média, 25% menos que os homens para funções equivalentes. Um estudo com mais de 150 mil mulheres na Suécia revelou um dado alarmante: elas têm três vezes mais chances de morrer após um infarto do que os homens, devido à diferença no tratamento recebido. Elas recebem menos estatinas, aspirina e são submetidas com menor frequência a procedimentos como angioplastias e pontes de safena, além de terem 24% menos chances de receberem prescrições de anticoagulantes.
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Um futuro a construir
O Dia Internacional da Mulher não se limita a uma única data. É um lembrete diário da necessidade de combater as desigualdades de gênero, garantindo que as mulheres tenham acesso a tratamento médico adequado, igualdade salarial e oportunidades iguais. As mulheres, com sua sensibilidade, percepção e amor, constroem um futuro melhor para todos. Parabéns a todas as mulheres!