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Saiba quais os fatores de riscos devem ser considerados para avaliar eficácia de novas terapias
CBN Saúde
Saiba quais os fatores de riscos devem ser considerados para avaliar eficácia de novas terapias

Saiba quais os fatores de riscos devem ser considerados para avaliar eficácia de novas terapias

Em pronunciamento recente na CBN, um especialista alertou sobre a importância de embasar intervenções e tratamentos médicos em estudos científicos robustos que comprovem segurança e benefícios. Resultados isolados e sem controle não devem ser generalizados para a população.

Fatores de Risco para Infarto

Um estudo global, envolvendo 52 países, incluindo o Brasil, revelou que nove fatores de risco comuns são responsáveis por 90% dos infartos em homens e 94% em mulheres. Controlar esses fatores pode significativamente reduzir a incidência da doença.

Risco Atribuível à População

O conceito de "risco atribuível à população" permite mensurar a redução potencial de eventos como infartos ao se eliminar um fator de risco específico. Por exemplo, a eliminação da elevação do colesterol reduziria em 49% os infartos. Outros fatores e suas respectivas reduções potenciais são: tabagismo (35%), hipertensão (18%), diabetes (10%), obesidade abdominal (20%), estresse (32%), inatividade física (12%) e padrão alimentar inadequado (14%).

Prevenção e Adaptação

O controle desses nove fatores de risco resultaria em uma redução de aproximadamente 90% dos infartos. A ciência indica o caminho para a prevenção, e a capacidade de adaptação às mudanças é fundamental para a saúde.

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