O cigarro eletrônico é menos prejudicial à saúde do que o tabaco convencional? Confira o comentário do cardiologista
Os cigarros eletrônicos, dispositivos que exalam vapores contendo nicotina e outras substâncias presentes em cigarros convencionais, surgiram no início dos anos 2000. Apesar de inicialmente apresentados como uma alternativa para redução do consumo de tabaco, estudos recentes apontam sérios riscos à saúde.
Riscos à Saúde dos Cigarros Eletrônicos
Pesquisas demonstram que uma tragada de cigarro eletrônico corresponde a pelo menos 20% do conteúdo de um cigarro comum. Um estudo apresentado no Congresso Americano de Cardiologia em 2023 mostrou forte correlação entre o consumo de cigarros eletrônicos e o risco de doenças cardiovasculares, como infartos, AVCs, além de problemas emocionais como depressão e ansiedade.
Medidas de Prevenção e Controle
Para mitigar os danos causados pelo uso de cigarros eletrônicos, especialistas sugerem ações como: proibir o uso em locais onde fumar é proibido; proibir a venda seguindo as mesmas regras do tabaco; proibir o uso de substâncias que dão sabor, principalmente os doces; e restringir a publicidade na mídia, seguindo os princípios que impedem a divulgação de tabaco desde 1970.
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Considerações Finais
A troca do tabagismo tradicional pelo uso de cigarros eletrônicos não se mostra uma solução viável. Os riscos à saúde associados a estes dispositivos são significativos e demandam atenção e medidas de controle efetivas.



