Como funcionam os investimentos em startups? Conheça quais modalidades de financiamento existem neste segmento
Hoje, na coluna Tecnovação, discutimos investimentos em startups. Será que apenas grandes empresas podem investir nesse setor promissor? Eduardo Sikoni, gerente do Supera Parque de Inovação e Tecnologia, esclarece as dúvidas.
Quem pode investir em startups?
Contrariamente à crença popular, investir em startups não é privilégio exclusivo de grandes corporações. Pessoas físicas também podem participar, acessando diferentes tipos de investimento disponíveis no mercado. As opções variam em valor e grau de maturidade da startup, adaptando-se à capacidade de cada investidor.
Tipos de Investimento
Sikoni destaca alguns exemplos: o investimento anjo (ou love money), geralmente feito por amigos ou familiares na fase inicial do projeto, com valores abaixo de R$50.000; o smart money, com aportes entre R$50.000 e R$500.000, onde o investidor, além do capital, contribui com conhecimento e networking; e o crowdfunding, plataformas de financiamento coletivo que permitem captar recursos para projetos inovadores.
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Como acessar oportunidades de investimento
Para encontrar startups promissoras, Sikoni recomenda buscar apoio em clústers de inovação, incubadoras e parques tecnológicos, como o Supera Parque em Ribeirão Preto. Participar de eventos focados em inovação e empreendedorismo, como o Campus Party, também é crucial para conectar investidores e empreendedores. Organizações como Anjos do Brasil também auxiliam nessa busca.
Embora lucrativo, investir em startups envolve riscos, assim como qualquer investimento. É fundamental avaliar cuidadosamente o negócio, o empreendedor e entender que o retorno financeiro costuma ser a longo prazo. Para investidores que buscam retorno imediato, este talvez não seja o caminho ideal.