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Você deixou de ser empregado para ser empreendedor? Saiba quais cuidados tomar para não ser surpreendido pelas leis trabalhistas
Vida e Aposentadoria
Você deixou de ser empregado para ser empreendedor? Saiba quais cuidados tomar para não ser surpreendido pelas leis trabalhistas

Você deixou de ser empregado para ser empreendedor? Saiba quais cuidados tomar para não ser surpreendido pelas leis trabalhistas

O mercado de trabalho brasileiro passa por transformações significativas, com impactos diretos na relação entre empregados e empregadores. A busca por segurança e carteira assinada por parte dos trabalhadores contrasta com o desejo dos patrões por colaboradores produtivos e a flexibilidade para demissões em momentos de crise. Essa dinâmica tem levado muitos brasileiros a empreender por necessidade, criando um novo cenário de relações trabalhistas.

A mudança de perspectiva do ex-empregado

Ao se tornarem patrões, muitos ex-empregados buscam alternativas para evitar os custos e responsabilidades da contratação formal de funcionários. A terceirização e a contratação de outros empreendedores tornam-se opções mais atraentes, refletindo uma mudança de perspectiva sobre a relação empregatícia.

Os desafios da terceirização

A terceirização, impulsionada pelo empreendedorismo e pela tecnologia, modifica a tradicional relação patrão-empregado. O custo de um empregado para a empresa é significativamente maior do que o salário recebido por ele, com descontos e tributos que beneficiam o Estado. Essa situação levanta questionamentos sobre quem realmente ganha e quem perde nesse novo modelo.

O futuro das relações de trabalho

O modelo tradicional de trabalho CLT pode estar com os dias contados, com a crescente adoção de novas formas de contratação e a ascensão do trabalho autônomo. A adaptação a esse novo cenário exige flexibilidade por parte das empresas e dos trabalhadores, com a necessidade de atualização constante para se manter competitivo no mercado. A garantia de um piso salarial, condições de trabalho adequadas e a fiscalização são fundamentais para o equilíbrio dessas novas relações profissionais, que continuarão a evoluir no Brasil e no mundo. A falta de planejamento previdenciário e a ausência de cultura de poupança também representam um risco para o futuro financeiro dos trabalhadores, exigindo maior atenção e conscientização.

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