Quem achou que pedindo a revisão do benefício do INSS pela internet teria mais rapidez no processo, se enganou; confira
A promessa de agilidade na aposentadoria com a digitalização dos serviços do INSS não se concretizou, causando atrasos que, em alguns casos, ultrapassam um ano. Apesar da lei determinar um prazo de 45 dias para análise dos processos, a realidade é bem diferente.
Atrasos e a realidade da aposentadoria no Brasil
A demora na concessão de aposentadorias pelo INSS tem gerado grande sofrimento para os cidadãos. Muitos esperam meses, ou até anos, para receber o benefício a que têm direito. A justificativa oficial aponta para a falta de pessoal e problemas tecnológicos. Entretanto, a percepção é de que a lentidão é muito maior do que a justificada, e que o trabalhador é quem arca com as consequências.
O custo da espera: filas, burocracia e custos adicionais
A lentidão do INSS resulta em filas quilométricas nas agências, mesmo com a promessa de digitalização. Além disso, muitos aposentados precisam contratar advogados para agilizar seus processos, gerando custos adicionais. A situação é ainda mais grave para mães que dependem da aposentadoria para sustentar seus filhos, e para aqueles que precisam de perícias médicas para comprovar suas condições de saúde.
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Planejamento como ferramenta de enfrentamento
Diante desse cenário, a recomendação é que os trabalhadores iniciem o planejamento da aposentadoria com pelo menos cinco anos de antecedência. A organização da documentação e a realização de um “check-up previdenciário” são medidas importantes para minimizar os problemas e evitar imprevistos. Embora o INSS ofereça ferramentas e instrumentos para auxiliar os cidadãos, a responsabilidade de garantir a organização da documentação e o acompanhamento do processo é do próprio trabalhador.