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Confira dicas de filmes baseadas em livros
Cinema Marcos de Castro
Confira dicas de filmes baseadas em livros

Confira dicas de filmes baseadas em livros

Neste Giro CBN, conversamos com o cineasta e crítico de cinema Marcos de Castro sobre filmes em streaming, com foco em adaptações de livros. A conversa abordou a variedade de opções disponíveis, indo além das produções originais das plataformas.

Streaming: Além dos Lançamentos

Com o aumento do consumo de streaming durante a pandemia, o público muitas vezes se concentra em produções originais, esquecendo-se de um vasto catálogo de filmes baseados em livros. Marcos destaca a importância de explorar essas opções, muitas vezes escondidas no meio de tantas novidades. Ele cita exemplos na Netflix, como a comédia de ficção científica “Mulheres Pesteitas”, com Nicole Kidman e Matthew Broderick; adaptações de romances de época, como “Orgulho e Preconceito”, estrelado por Keira Knightley; e o clássico “Uma Linda História de Amor”, que completa 40 anos e continua encantando o público. Também menciona o suspense “O Estranho que Nós Amamos”, dirigido por Sofia Coppola.

Dicas para Explorar o Catálogo

Para quem busca variedade, Marcos sugere pesquisar por atores favoritos e explorar filmes de diferentes épocas. Ele destaca a plataforma Mubi, que se diferencia da Netflix e Amazon Prime Video por focar em filmes mais antigos e independentes, incluindo produções europeias e cults. Outra opção é o Cine Belas Artes, que migrou para o digital, oferecendo um acervo de filmes de arte.

Livros x Filmes: Uma Comparação Possível?

Ao abordar a questão da preferência entre livro e filme, Marcos argumenta que a comparação é inadequada, pois são meios de comunicação diferentes. Ele utiliza a analogia entre um CD (apenas áudio) e um DVD (áudio e vídeo) para ilustrar a impossibilidade de uma comparação direta. Para ele, “O Estranho que Nós Amamos” é um exemplo de excelente adaptação, conseguindo capturar a tensão do livro em um filme de apenas 90 minutos. Embora seja fã de Nicole Kidman, ele destaca a direção de Sofia Coppola como um ponto alto da adaptação. A conversa finaliza com a recomendação de “Orgulho e Preconceito”, elogiando a interpretação de Keira Knightley e o impacto da história.

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