Você conhece o PIX? Nova maneira de fazer transferências e pagamentos promete mais agilidade e menos burocracia
O Banco Central lançou uma nova forma de realizar transferências e pagamentos instantâneos: o Pix. Disponível a partir de novembro, ele promete revolucionar o mercado digital, oferecendo rapidez e praticidade incomparáveis com os sistemas tradicionais.
Como o Pix funciona?
Diferentemente do TED e DOC, que podem levar até 72 horas para concluir uma transferência, o Pix garante a compensação em apenas 10 segundos, a qualquer dia e horário, inclusive em finais de semana e feriados. Sua tecnologia, inspirada no Bitcoin, prioriza a velocidade e segurança das transações. Para realizar pagamentos, basta utilizar chaves como número de telefone, e-mail ou CPF, eliminando a necessidade de dados bancários tradicionais. Em estabelecimentos físicos, o pagamento poderá ser feito por meio de QR Code.
Segurança e Benefícios do Pix
Embora centralizado nos servidores do Banco Central, o Pix utiliza criptografia robusta, assegurando a segurança das transações. A facilidade de uso e a rapidez do sistema são grandes atrativos, especialmente em datas como a Black Friday, onde a agilidade no processamento de pagamentos pode impulsionar as vendas. Para os consumidores, a praticidade de realizar pagamentos sem contato físico, importante no contexto da pandemia, também é um grande diferencial. Os bancos, por sua vez, competem pela adesão dos usuários, pois as chaves cadastradas direcionam as transferências para a instituição financeira.
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Apesar da isenção de custos para pessoas físicas, os bancos podem cobrar tarifas de empresas. É crucial cadastrar suas chaves apenas por meio dos canais oficiais dos bancos (sites e aplicativos) para evitar fraudes. O Pix representa uma evolução significativa em relação aos sistemas antigos, oferecendo uma solução moderna, eficiente e segura para transferências e pagamentos.