Mães com sintomas de Covid-19 devem continuar amamentando seus filhos? Especialistas apontam que sim. Confira!
Desde 1992, o mês de atrássto é marcado pela Semana Mundial da Amamentação e o Agosto Dourado, campanhas que promovem o aleitamento materno. Em meio à pandemia de COVID-19, dúvidas surgiram sobre a amamentação em casos de sintomas gripais ou compatíveis com a doença.
Amamentação e COVID-19: O que dizem os especialistas?
Organizações como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Sociedade Brasileira de Pediatria reforçam que mães com sintomas respiratórios, sentindo-se bem, podem e devem amamentar. Recomenda-se o uso de máscara facial, higiene das mãos antes e durante a amamentação, e evitar o contato do bebê com o rosto da mãe.
Amamentação em casos mais graves
Mesmo para mães com sintomas de COVID-19 que não se sentem bem, a amamentação pode ser mantida por meio da ordenha (manual ou com bomba de sucção). O leite pode ser oferecido pela mãe, com os devidos cuidados de higiene, ou por outra pessoa, preferencialmente em copinho, xícara ou colher. A OMS recomenda o aleitamento materno na primeira hora de vida, mesmo em casos de sintomas da COVID-19, com as devidas precauções de higiene.
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Leite Materno e Risco de Transmissão
Estudos apontam a presença do material genético do coronavírus em alguns leites maternos, mas não comprovam a viabilidade do vírus para infectar o bebê. A transmissão parece ser incomum.
Os profissionais de saúde são essenciais no combate à pandemia, mas não podemos esquecer daqueles que os auxiliam: trabalhadores da limpeza, engenheiros, e a equipe administrativa, todos contribuindo para o bom funcionamento dos serviços de saúde.