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Eleições municipais pouco têm interessado brasileiros na internet, aponta pesquisa do Google. Entenda!
Mundo Digital
Eleições municipais pouco têm interessado brasileiros na internet, aponta pesquisa do Google. Entenda!

Eleições municipais pouco têm interessado brasileiros na internet, aponta pesquisa do Google. Entenda!

Em um ano atípico, as eleições municipais parecem não estar no topo da lista de preocupações dos brasileiros, segundo pesquisa do Google Brasil sobre termos mais pesquisados. Isso levanta questionamentos sobre as estratégias de campanha em tempos digitais.

Desinteresse ou Desinformação?

Uma análise dos termos mais buscados revela um cenário intrigante. A pesquisa “o que acontece se eu não votar?” lidera, seguida de dúvidas sobre justificativa e quem pode votar. A busca por informações sobre votos em branco e como justificá-los também se destaca. Esse foco em questões relacionadas à abstenção, mais do que em propostas de governo, indica um possível desinteresse ou, ainda, uma dificuldade em acessar informações claras sobre o processo eleitoral.

Temas de Interesse e Busca Partidária

Apesar do aparente desinteresse geral, alguns temas ganham destaque nas pesquisas. Saúde e educação lideram as buscas, seguidas por impostos, Bolsa Família e desemprego. Quanto à busca por partidos, o PT lidera com 36% das pesquisas, seguido por PSOL (11%), Partido Novo (10%), PSL/PSDB (10%), PDT (8%), MDB/PSB (6%), Democratas (4%) e Podemos (2%). Curiosamente, as buscas se concentram em informações sobre os partidos, e não em candidatos específicos, indicando uma busca por compreensão ideológica antes da escolha pessoal.

O Desafio Digital para as Campanhas

Com a campanha presencial limitada, o ambiente digital se torna crucial. Candidatos precisam entender as buscas dos eleitores para direcionar suas mensagens. Temas como meio ambiente, local de votação, biometria e título de eleitor também são pesquisados, porém em menor escala que o desinteresse pelo ato de votar. O desafio é conectar-se com o eleitor em um ambiente digital marcado por desinteresse e polarização, utilizando as ferramentas disponíveis com estratégia e foco nas reais preocupações da população. A utilização assertiva das redes sociais, como WhatsApp, Instagram e Facebook, se mostra fundamental para criar uma relação de proximidade com o eleitor, evitando o cancelamento digital e a polarização exacerbada.

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