Professor fala do legado de Joaquín Salvador Lavado, o Quino, cartunista criador da personagem ‘Mafalda’
A morte de Joaquim Salvador Lavado, aos 88 anos, gerou comoção em diversos veículos de comunicação. Contudo, a reação do colunista Ponteu foi diferente do esperado.
A ausência de luto e a questão do legado
Ponteu afirma não estar enlutado pela morte do cartunista argentino, criador da icônica Mafalda. Ele argumenta que a tristeza pela morte só se justifica se o indivíduo não deixou um legado. Para o colunista, a herança de Lavado, Mafalda, transcende o sentimentalismo da perda, impactando gerações.
O legado de Mafalda: irreverência e crítica social
Mafalda, personagem irreverente e crítica, tornou-se um símbolo da luta contra a alienação e a manipulação política. Sua ironia perspicaz, exemplificada pela frase “as pessoas de cabeça fechada vivem de boca aberta”, continua atual e relevante. O legado de Mafalda questiona a passividade diante de informações falsas e líderes que distorcem a verdade, principalmente em tempos de eleições.
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Reflexões sobre o legado e a contemporaneidade de Mafalda
O colunista finaliza o artigo com uma provocação ao leitor: o que Mafalda pensaria sobre nós hoje? A pergunta convida à reflexão sobre a nossa própria postura crítica diante da realidade política e social, inspirando-nos a questionar e a buscar a verdade, tal como a personagem de Lavado sempre fez. A pergunta sobre em quem Mafalda votaria, caso estivesse viva, reforça a relevância de seu legado para o cenário político atual.