Livros impressos ou arquivos digitais? Colunista fala da mudança de comportamento dos leitores
Mais uma segunda-feira, e a educadora Marisa Gennikini compartilha suas reflexões sobre livros e bibliotecas em entrevista à CBN. Sua trajetória com livros impressos é marcada pela materialidade e pelo prazer da seleção cuidadosa de títulos, anotando e marcando seus exemplares a lápis. Embora reconheça a praticidade dos livros digitais e a importância das pesquisas online, Marisa demonstra um forte apego à experiência tátil da leitura impressa, sentindo-se “vestida” pela proximidade com seus livros.
A Experiência com Livros Impressos e Digitais
Marisa destaca a convivência com ambas as formas de leitura, valorizando a tradição do livro impresso e a praticidade do livro digital. Para ela, a coexistência de ambas as formas enriquece a experiência de leitura, atendendo às diferentes necessidades e preferências dos leitores. A escolha do formato, segundo ela, depende da situação e da preferência pessoal.
A Biblioteca Sinha Junqueira: Tradição e Modernidade
A educadora expressa grande entusiasmo pela Biblioteca Sinha Junqueira em Ribeirão Preto, elogiando a harmoniosa combinação entre a preservação da arquitetura histórica e a inclusão de recursos tecnológicos. A coexistência do livro impresso com computadores disponíveis ao público demonstra, para Marisa, um investimento inteligente e uma oferta valiosa à comunidade, representando a união entre tradição e modernidade.
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Bibliotecas como Espaços de Conhecimento e Cultura
Para finalizar, Marisa menciona a biblioteca do Carandiru em São Paulo como outro exemplo inspirador de transformação e acesso à cultura, ressaltando a importância das bibliotecas como espaços de conhecimento e inclusão social. A entrevista termina com uma referência à música de Gilberto Gil, simbolizando a integração do novo com a tradição, refletindo a visão otimista da educadora sobre a evolução da leitura e o acesso à informação.