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Você sabe qual a origem da palavra 'cadê'?
Papo Certo
Você sabe qual a origem da palavra 'cadê'?

Você sabe qual a origem da palavra ‘cadê’?

Neste artigo, exploraremos a palavra sujeito em suas diferentes acepções, tanto na linguagem coloquial quanto na gramática.

O Sujeito na Linguagem Coloquial e sua Origem

A expressão coloquial “cadê o sujeito?” ilustra a ideia central de pessoa ou indivíduo. Sua origem remonta a expressões antigas como “que é de João, que é de Paulo”, que evoluíram para a forma contraída atual. Embora informal, essa expressão demonstra a importância do sujeito como elemento central na comunicação.

O Sujeito na Gramática: Determinado e Indeterminado

Na gramática, o sujeito é o termo sobre o qual se faz uma afirmação. Ele pode ser determinado, como em “Maria chegou”, onde o sujeito “Maria” está explícito, ou indeterminado, como em “Telefonaram para você”, onde o sujeito não é especificado. A concordância verbal é crucial: em “Alugam-se apartamentos”, o verbo “alugam” concorda com o sujeito plural “apartamentos”. Erros comuns acontecem quando a concordância não é respeitada, especialmente em frases como “vendem-se carros” (correto) versus a incorreta “vendem-se o carro”. Outro ponto importante é a identificação de orações sem sujeito, onde o verbo não possui um agente da ação, como em “Há discussões pertinentes nesse campo” ou “Existe um caso”. Neste último caso, se usarmos o verbo “existir”, a concordância com o sujeito é obrigatória: “Existem pessoas”, “Existe um caso”.

Orações Sem Sujeito e Concordância Verbal

É fundamental compreender a distinção entre sujeito determinado, indeterminado e a ausência de sujeito na oração. Em orações sem sujeito, o verbo permanece na terceira pessoa do singular, mesmo com o uso de sinônimos como “existir”. A concordância verbal, portanto, deve ser analisada cuidadosamente em cada contexto, considerando a presença e a natureza do sujeito da oração. A observação atenta da concordância contribui para a clareza e precisão da escrita e da fala.

Compreender as nuances do termo “sujeito”, em seus contextos gramatical e coloquial, aprimora a capacidade de comunicação, permitindo uma escrita e fala mais precisas e eficazes.

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