Colunista comenta os efeitos da crise econômica nas festividades de final de ano
Um ano que se encerra, um novo que se aproxima: o clima de fim de ano em 2018 era de cautela e expectativas contidas, segundo análise recente.
Um Natal mais modesto
Com a crise econômica ainda presente, a tendência para o Natal de 2018 apontava para celebrações mais intimistas. As reuniões familiares, com troca de presentes mais simples e lembrancinhas, deveriam prevalecer sobre grandes gastos. A prudência e a retração eram as palavras-chave para o consumo.
O crescimento dos bazares sustentáveis
Em meio ao cenário econômico desafiador, o crescimento dos bazares sustentáveis se destacava como uma alternativa interessante. A iniciativa de pessoas que se desfaziam de objetos usados para gerar renda extra e promover o consumo consciente ganhou força, impulsionando o empreendedorismo local e criando novas oportunidades de trabalho.
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Um novo tempo para 2019
A expectativa era por um equilíbrio entre o comércio tradicional e as novas formas de consumo, buscando um ponto de inflexão para o crescimento econômico em 2019. A esperança era de que o fortalecimento do comércio, aliado à criatividade e ao empreendedorismo, pudesse trazer um novo tempo de prosperidade e geração de empregos.



