Colunista fala sobre assassinato de John Fitzgerald Kennedy, ex-presidente dos Estados Unidos
Hoje, 22 de novembro, data que marca diversas efemérides importantes, relembramos fatos históricos que moldaram a América do Sul e do Norte. Além de ser o dia de Santa Cecília, padroeira dos músicos, e o dia do educador, esta data carrega um peso significativo na história.
O Assassinato de John F. Kennedy e suas Consequências
Em 1963, neste mesmo dia, o presidente John F. Kennedy foi assassinado em Dallas, Texas. Seu jovem governo, ao lado de sua esposa Jacqueline, representava um ícone de novas eras e tempos modernos. Este evento brutal, seguido pelos assassinatos de Martin Luther King e Bobby Kennedy, expôs o conflito entre forças conservadoras e liberais, prenunciando rumos futuros.
O Golpe de 1964 no Brasil
Exatamente um ano após o assassinato de Kennedy, em 1964, o presidente João Goulart foi deposto no Brasil, dando início à ditadura militar sob o comando do general Castelo Branco. Este marco iniciou uma longa era de governos militares, incluindo Costa e Silva, Emílio Garrastazu Médici e Ernesto Geisel, que impactaram profundamente a história do país.
Leia também
Influência Conservadora e o Jogo do Poder
A influência das forças conservadoras na América, tanto no Norte quanto no Sul, é inegável. Os Estados Unidos, por exemplo, temiam a ascensão de outro regime semelhante ao de Cuba na América Latina. O Brasil, devido ao seu tamanho e potencial produtivo, representava um entrave aos interesses americanos, levando a conspirações e jogos de poder, como comprovam documentos históricos. A população, tanto brasileira quanto americana, desempenhou o papel de agente de consumo para sustentar este sistema. A busca por um futuro melhor, com empoderamento das minorias e justiça social, requer a compreensão deste passado e de como ele molda o presente.



