Colunista repercute a morte de dois ‘heróis’
Nesta terça-feira, dia 13 de novembro, Dia da Gentileza (que, como diz o ditado, deveria ser todos os dias), refletimos sobre dois tipos de heróis: aqueles comuns, de carne e osso, e os heróis de ficção.
Dr. Roberto Kitcala: Um Herói Anônimo
O Dr. Roberto Kitcala, assassinado em São Paulo, no bairro do Ipiranga, representa o herói anônimo, aquele que luta silenciosamente pelo bem. Médico dedicado, ele levava saúde às comunidades, um trabalho fundamental e muitas vezes invisível. Sua morte violenta, perpetrada por desconhecidos, destaca a fragilidade daqueles que se dedicam ao próximo, sem buscar reconhecimento.
Stan Lee: Um Legado de Super-Heróis
Em contraponto, temos a morte de Stan Lee, aos 95 anos. Criador de personagens icônicos como Homem-Aranha, Thor e Hulk, Lee deixou um legado inegável na cultura pop. Sua obra inspirou gerações, conectando milhões de pessoas através da imaginação e da esperança contida em seus super-heróis. Seus personagens, que transcendem a realidade, representam os desejos de justiça e a capacidade humana de superar obstáculos.
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O Heroísmo em Diferentes Vestes
A morte de ambos, um herói anônimo e um criador de heróis lendários, nos lembra da importância do heroísmo em suas diversas formas. Seja na dedicação silenciosa ao próximo, seja na criação de narrativas que inspiram e conectam, a busca pelo bem e a restauração do humanismo são valores que devem ser celebrados e protegidos. A memória de ambos deve servir como um lembrete da necessidade de valorizar a vida e combater a violência em todas as suas formas.



