Colunista repercute o momento turbulento vivido entre a imprensa norte-americana e Donald Trump
A imprensa norte-americana enfrenta uma ofensiva do presidente Donald Trump, que ataca jornalistas e veículos de comunicação, rotulando-os como disseminadores de fake news. Essa ofensiva preocupa, não apenas pela sua natureza autoritária, mas também pelo exemplo que pode criar para países com instituições democráticas mais frágeis.
A luta contra a desinformação
Em meio à enxurrada de informações nas redes sociais, a imprensa profissional desempenha um papel crucial na verificação de fatos e na disseminação de notícias confiáveis. A postura de Trump, ao desqualificar a imprensa tradicional, contribui para a desinformação e para a desconfiança na mídia, prejudicando a sociedade como um todo.
O perigo da censura velada
Ao atacar a imprensa, Trump não apenas tenta desacreditar os jornalistas, mas também semeia a dúvida sobre a veracidade das informações, abrindo espaço para a censura e a manipulação. O exemplo dos EUA, uma nação com instituições fortes, serve como um alerta para países com sistemas democráticos mais vulneráveis.
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A importância da imprensa
A imprensa livre e responsável é essencial para uma sociedade democrática. Ela atua como um contraponto ao poder, fiscalizando o governo e garantindo o acesso à informação. Desqualificar o trabalho dos jornalistas é um ataque à democracia e à liberdade de expressão. É preciso defender a imprensa e o jornalismo ético, para que a informação continue a fluir livremente e para que a sociedade possa se manter informada e engajada.



