No dia dedicado à preservação da camada de ozônio, colunista reforça a importância de se ter consciência ambiental
Em 16 de setembro, Dia Internacional da Preservação da Camada de Ozônio, a data ganha um tom ainda mais sombrio com a notícia do falecimento do cantor português Roberto Leal, vítima de um melanoma, câncer de pele agressivo. Sua morte serve como um alerta sobre as consequências da destruição da camada de ozônio e os impactos nocivos à saúde humana.
A Camada de Ozônio e Seus Impactos
A cada dia, a exposição aos raios ultravioleta aumenta, devido à deterioração da camada de ozônio. Essa deterioração contribui para o aumento de casos de câncer de pele e outras doenças. A conscientização sobre a importância da preservação da camada de ozônio é fundamental para a saúde pública.
Prevenção e Ações Individuais
É possível minimizar os danos através da redução do uso de aerossóis e outras substâncias nocivas. Atitudes individuais, somadas a políticas nacionais e internacionais eficazes, são cruciais para a preservação do meio ambiente e a saúde do planeta. A pesquisa e a informação são ferramentas importantes para a conscientização e a mudança de hábitos.
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Um Dia de Contrastes
Enquanto lamentamos a perda de Roberto Leal, também celebramos os 105 anos de Lupicínio Rodrigues, um dos maiores compositores populares brasileiros. Suas canções, muitas vezes marcadas pela dor e pela saudade, se tornaram clássicos da música brasileira, imortalizadas na voz de grandes artistas como Elis Regina. A data nos lembra da fragilidade da vida e da importância de celebrarmos a beleza e a arte, mesmo em meio às adversidades.



