Colunista comenta os males do tabagismo
Dez anos após sua implementação, a lei antifumo paulista, pioneira no Brasil, mostra-se um sucesso. De acordo com dados do G1, 99,7% dos estabelecimentos cumprem a legislação que proíbe o fumo em locais fechados ou parcialmente fechados.
Avanço em civilidade e saúde pública
A lei representa um avanço significativo em civilidade, garantindo que pessoas não sejam obrigadas a inalar fumaça de cigarro, charuto ou outros produtos, protegendo-as da poluição do ar e de doenças respiratórias. O impacto positivo na saúde pública é inegável, considerando que o fumo é um grande vetor de doenças mortais.
Resultados da lei em São Paulo
Em Ribeirão Preto, por exemplo, foram registradas 121 mil notificações e 184 autos de infração em dez anos. A lei prevê multas significativas, que dobram em caso de reincidência, podendo levar à interdição ou fechamento do estabelecimento em casos de infrações repetidas. A multa para estabelecimentos que descumprem a lei é de R$ 1.253,00, valor que dobra em caso de reincidência. Na terceira ocorrência, o estabelecimento é interditado por 48 horas e, na quarta, fechado por 30 dias.
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Reflexões sobre vícios e saúde
A eficácia da lei antifumo paulista demonstra a importância de políticas públicas que visam à saúde e ao bem-estar da população. A iniciativa paulista serve como exemplo para outras regiões do Brasil e do mundo, mostrando que é possível criar ambientes mais saudáveis e respeitosos, livres da fumaça nociva do cigarro. A lei é um marco na luta contra o tabagismo e demonstra que a combinação de legislação rigorosa e conscientização da população pode trazer resultados positivos e duradouros.



