Ouça a coluna ‘CBN Filhos e Companhia’, com Luciana Herrero
O Brasil enfrenta um período de atenção redobrada devido ao Zika Vírus, especialmente no que tange aos riscos para gestantes. A infecção durante a gravidez pode acarretar microcefalia no feto, uma condição grave que demanda medidas preventivas eficazes.
Transmissão e Impacto do Zika Vírus
O Zika Vírus é transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti, o mesmo vetor da dengue. Embora em adultos a doença possa se manifestar como um mal-estar passageiro, a situação se torna alarmante quando afeta gestantes. A infecção, principalmente no primeiro trimestre da gravidez, pode comprometer a formação do cérebro do bebê, levando à microcefalia. Essa condição, infelizmente, não tem cura e pode resultar em retardo mental em grande parte das crianças afetadas.
Prevenção: A Melhor Abordagem
A prevenção é a principal arma contra o Zika Vírus. Evitar o contato com o Aedes aegypti é crucial. As medidas incluem a eliminação de focos de água parada em pneus, caixas d’água, vasos de plantas e outros recipientes. Além disso, gestantes devem redobrar os cuidados, utilizando repelentes e evitando áreas de maior incidência do mosquito, especialmente no início da manhã e no final da tarde, horários de maior atividade do Aedes aegypti.
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Cuidados Adicionais e Sintomas
Além do uso de repelentes, é recomendável o uso de roupas que protejam as partes baixas do corpo, como tornozelos e pernas, áreas preferidas pelo mosquito. Telas mosquiteiras em janelas e portas também são importantes para evitar a entrada do Aedes aegypti em residências. Os sintomas do Zika Vírus em adultos são semelhantes aos da dengue, incluindo manchas vermelhas na pele, febre, conjuntivite, dores articulares e musculares. Outro ponto de atenção é a possibilidade de transmissão do vírus por meio de relações sexuais, o que reforça a importância do uso de preservativos.
Adotar medidas preventivas é fundamental para proteger gestantes e bebês dos graves efeitos do Zika Vírus.



