Evento teve a participação dos candidatos dos cinco partidos com maior representatividade na Câmara Federal
O primeiro debate entre candidatos à prefeitura de Ribeirão Preto foi marcado por um clima tenso, com acusações e ataques pessoais ofuscando as propostas para a cidade.
Saúde e Corrupção em Destaque
No primeiro bloco, os candidatos discutiram os problemas na saúde de Ribeirão Preto. A corrupção e a Operação Sevandija, além do Aquífero Guarani, também foram temas centrais. Houve troca de acusações entre os candidatos Arte Nogueira (PSDB) e Ricardo Silva (PDT), com pedidos de direito de resposta e menções a outros participantes, como João Gandini. Gandini se defendeu das acusações, citando sua delação premiada e posterior inocência.
Entidades e Perguntas Afiadas
No segundo bloco, entidades locais questionaram os candidatos sobre a internacionalização do aeroporto Leite Lopes, plano de cargos e carreiras para médicos e a criação de uma secretaria de desenvolvimento econômico. Apesar disso, as discussões se desviaram novamente para ataques pessoais e acusações.
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Privatização e Transparência
O terceiro bloco, com perguntas de jornalistas, abordou temas como a privatização da EP, melhoria da saúde, transporte público e transparência. Houve divergências sobre a privatização da EP, com candidatos se posicionando contra, alegando que isso significaria privatizar a água. As considerações finais foram marcadas por mais defesas e propostas para a cidade.
O debate, transmitido pela internet e rádio, expôs um clima de alta tensão entre os candidatos, com acusações políticas e pessoais prevalecendo sobre a apresentação de propostas. A Operação Sevandija e suas implicações foram um tema recorrente, influenciando o tom das discussões e a percepção pública da corrida eleitoral. A preocupação com a transparência e a busca por soluções para os problemas da cidade ficaram em segundo plano em meio ao embate acalorado entre os candidatos.



