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Pacientes à espera de transplante de órgão podem ver posição na fila pelo aplicativo do Poupatempo

Objetivo é deixar as consultas mais acessíveis; cadastro para entrar nas listas funciona de acordo com a gravidade do caso
Pacientes à espera de transplante
Objetivo é deixar as consultas mais acessíveis; cadastro para entrar nas listas funciona de acordo com a gravidade do caso

Objetivo é deixar as consultas mais acessíveis; cadastro para entrar nas listas funciona de acordo com a gravidade do caso

Pacientes que aguardam transplantes de órgãos no estado de São Paulo atrásra podem consultar sua posição na fila por meio do aplicativo do Poupatempo — Pacientes à espera de transplante de órgão podem ver posição na fila pelo aplicativo do Poupatempo —. Essa ferramenta oferece maior acessibilidade para que os interessados acompanhem seu status na lista de espera.

Marcelo Bonvento, coordenador da Organização de Procura de Órgãos, explicou que a lista de espera para transplantes já existia no estado e era possível consultar a posição, mas a integração com o aplicativo do Poupatempo facilita o acesso público a essa informação.

Critérios para alocação na fila de transplante

O cadastro para entrar nas listas de transplante não considera apenas a ordem cronológica de entrada do paciente. Segundo Bonvento, a alocação é feita com base em diversos critérios, incluindo a gravidade do caso e a situação de internação. Um software especializado é utilizado para ordenar os pacientes, priorizando aqueles em condições mais críticas para que possam receber o órgão em menor tempo.

Importância da manifestação da vontade para doação: Qualquer pessoa pode manifestar o desejo de ser doadora de órgãos para sua família. No momento crítico, a autorização da família é fundamental para que a doação seja realizada. Bonvento destacou que a doação depende da solidariedade das famílias que respeitam a vontade do doador manifestada em vida.

“Sim, qualquer pessoa pode manifestar o desejo para sua família de ser um doador e no momento mais crítico a família pode autorizar a doação. Isso é o mais importante. O transplante existe com a solidariedade das famílias que aceitam a doação de órgãos e a gente pede para que a família respeite a vontade do doador em vida.”

Benefícios do transplante para os pacientes: Além de proporcionar uma sobrevida maior, o transplante de órgãos melhora significativamente a qualidade de vida dos pacientes. Bonvento ressaltou que essa melhoria é um dos principais objetivos do procedimento e é frequentemente destacada em campanhas e ações realizadas no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (HCR).

Logística e organização do processo de transplante: O processo de transplante no estado de São Paulo é organizado em centrais regionais conhecidas como OPOS (Organizações de Procura de Órgãos). O trabalho envolve uma logística complexa, que inclui o transporte rápido de órgãos e pacientes. Durante os procedimentos de captação, a equipe já seleciona o receptor mais adequado e, muitas vezes, opera o paciente receptor simultaneamente para garantir que o transplante ocorra no menor tempo possível.

“Esse trabalho é feito dividido no estado de São Paulo em algumas OPOS que são regionais, mas envolve uma logística muito grande de transporte de pessoas e muitas vezes, numa cirurgia de captação, a gente já escolheu o melhor receptor para aquele órgão e no momento a gente está operando ele também para que o transplante possa ocorrer em menos tempo possível.”

Informações adicionais

O aplicativo do Poupatempo é uma iniciativa que visa ampliar a transparência e o acesso às informações sobre transplantes no estado de São Paulo. Embora a lista de espera já estivesse disponível anteriormente, a digitalização pelo aplicativo facilita o acompanhamento dos pacientes e familiares, contribuindo para a gestão do processo de transplante.

O sistema de alocação prioriza a gravidade dos casos para otimizar o uso dos órgãos disponíveis, buscando salvar vidas de forma eficiente. A participação e o consentimento das famílias são essenciais para o sucesso das doações, reforçando a importância da comunicação sobre a vontade de ser doador.

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