Em uma semana do mês neste ano, foram 70 diagnóstico; 2018 e 2019 registraram 28 e 31, respectivamente
Os casos de gripe grave em [Nome da Cidade] superaram em muito os números registrados em abril de 2019, causando preocupação entre especialistas devido à possibilidade de superlotação hospitalar.
Aumento significativo de casos
Nos primeiros dias de abril, o número de pacientes com problemas respiratórios graves dobrou em comparação com o mesmo período do ano anterior. Enquanto em 2019 foram registrados 28 casos, em 2020, esse número saltou para 70, segundo informações do infectologista Fernando Belíssimo.
Capacidade hospitalar e previsões
Apesar do aumento considerável, ainda há leitos disponíveis. No entanto, o Dr. Belíssimo alerta que a situação é um sinal de alerta e que um crescimento contínuo pode levar à superlotação. O Ministério da Saúde estima que o pico da doença ocorra entre o dia 3 de maio e junho, com maior risco na 19ª semana do ano. A cidade parece estar um pouco atrasada em relação a São Paulo, mas acompanha a curva média nacional, com previsão de pico para o fim de abril ou início de maio.
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Isolamento social e letalidade
O isolamento social é crucial para evitar um aumento drástico e simultâneo de casos, permitindo que o sistema de saúde atenda a todos de forma adequada. O Dr. Belíssimo ressalta a importância de não comparar a Covid-19 com a gripe H1N1 ou dengue, devido à sua maior letalidade (3% a 4%, podendo chegar a 10%, como na Itália, contra 0,06% da dengue e H1N1). A prevenção é fundamental, pois não é possível prever quem desenvolverá a forma grave da doença.
Em resumo, a situação em [Nome da Cidade] requer atenção. O aumento de casos de gripe grave, embora ainda não tenha causado superlotação hospitalar, exige a manutenção do isolamento social para evitar um colapso no sistema de saúde e reduzir a gravidade do impacto da pandemia.



