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Pacientes reclamam da falta de medicamentos em unidades do SUS em Ribeirão Preto

De acordo com a Secretaria da Saúde, os remédios Sinvastatina e Estradiol estão em falta, mas serão repostos
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De acordo com a Secretaria da Saúde, os remédios Sinvastatina e Estradiol estão em falta, mas serão repostos

De acordo com a Secretaria da Saúde, os remédios Sinvastatina e Estradiol estão em falta, mas serão repostos

Medicamentos essenciais estão em falta em farmácias de Ribeirão Preto, afetando a saúde de moradores que dependem do Sistema Único de Saúde (SUS).

Falta de Remédios Controladores de Colesterol e Hormonais

A reportagem investiga a falta de medicamentos como a Simvastatina, usada para controlar o colesterol, e o Estradiol, um repositor hormonal. Moradores relatam dificuldades em obter esses remédios em postos de saúde, sendo obrigados a comprá-los com recursos próprios, mesmo com receita médica. A dona de casa Auriaricoude, por exemplo, afirma ter ido quatro vezes à farmácia de um posto de saúde sem sucesso. Raquel Borges, cuidadora, relata não conseguir o Estradiol há quatro meses, impactando diretamente sua saúde após uma cirurgia de retirada do útero.

Secretaria Municipal da Saúde se Manifesta

A Secretaria Municipal da Saúde atribui a falta de Simvastatina a atrasos na entrega por parte do fornecedor, prometendo normalizar a situação em dez dias. Quanto ao Estradiol, a secretaria alega falta do produto no mercado e estuda a substituição do medicamento. Apesar de afirmar que apenas 9 dos 350 itens distribuídos gratuitamente estão em falta, a situação gera preocupação entre os moradores.

Planejamento e Estoque Regulador

Para o advogado Matheus Deubon, especialista em administração pública, a falta de medicamentos essenciais expõe a falta de planejamento da Secretaria da Saúde. Ele destaca a importância de um estoque regulador para evitar o desabastecimento, especialmente de remédios de uso contínuo para pacientes com doenças crônicas. A interrupção do tratamento pode trazer graves consequências para a saúde dessas pessoas. A Secretaria da Saúde afirma que a disponibilidade dos medicamentos pode ser consultada pelo aplicativo Saúde Digital.

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