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Pacientes reclamam da falta de medicamentos para diabetes tipo 2 nos postos de saúde

A 'Gliclazida' é distribuída de forma gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS); diabéticos terão que pagar pelo medicamento
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A 'Gliclazida' é distribuída de forma gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS); diabéticos terão que pagar pelo medicamento

A ‘Gliclazida’ é distribuída de forma gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS); diabéticos terão que pagar pelo medicamento

Falta de medicamento para diabetes tipo 2 preocupa pacientes em Ribeirão Preto

Remédio em falta

Pacientes com diabetes tipo 2 em Ribeirão Preto enfrentam dificuldades para obter o medicamento gliclazida nas farmácias das unidades de saúde. A informação oficial é de que o remédio está em falta, sem previsão de chegada. O Sr. Barone, 57 anos, relata sua preocupação, pois possui comprimidos apenas até a próxima segunda-feira, e após isso terá que arcar com os custos do medicamento.

Consequências da falta do medicamento

A falta de gliclazida é um problema grave, alerta o Dr. Carlos Eduardo Curie, especialista em diabetes. Ele destaca que a gliclazida é fundamental para o controle da doença e sua ausência pode levar a sérias complicações de saúde, como cegueira, insuficiência renal crônica, amputação de membros e infarto/derrame cerebral. O médico reforça a importância do tratamento adequado, aliado a hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada e exercícios físicos. A diabetes, muitas vezes silenciosa, pode ser fatal se não tratada corretamente.

Ação da Secretaria Municipal de Saúde

A Secretaria Municipal da Saúde informou à CBN Ribeirão que a falta da gliclazida se deve a problemas no processo de licitação. A pasta afirma ter providenciado a compra emergencial do medicamento, com previsão de entrega em até 10 dias úteis. A falta de acesso ao tratamento adequado preocupa, especialmente, os pacientes de baixa renda que dependem do sistema público de saúde.

A falta do medicamento gera grande preocupação entre os pacientes, que temem as consequências da interrupção do tratamento. A agilidade na resolução do problema de licitação é fundamental para garantir a saúde e o bem-estar da população.

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