Além da demora pelo atendimento, os locais estão com goteiras e infiltrações; Prefeitura já foi notificada pelo TC de São Paulo
Pacientes de unidades de saúde em Ribeirão Preto reclamam das condições precárias de infraestrutura dos prédios. Relatos apontam infiltrações, goteiras e mofo em diversos locais.
Preocupações com a Saúde e Segurança
A assistente administrativa Ira Viana descreveu a situação da UPA onde levou sua filha: “Toda vez que chove, o teto fica cheio de goteiras. Mofo no teto, um absurdo! Dá medo, uma hora isso vai cair na cabeça das pessoas”. A situação se repete fora da unidade, com paredes mofadas e sujas. Além das condições físicas, ela critica o atendimento: “Os funcionários são mal educados, na portaria, tudo mal educado. Banheiros sujos, tudo sujo”.
Depoimentos e Situação Crítica
A moradora Elanes corrobora as reclamações, relatando problemas semelhantes na UBS da Vila Virgínia. Viviane, outra paciente, filmou baldes improvisados na recepção para conter goteiras. Ela descreve a situação como “inacreditável”, considerando os impostos pagos e os riscos à saúde: “Você entra com uma gripe e pode sair com uma perna fraturada ou uma alergia respiratória”.
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Fiscalização e Ações Futuras
O Tribunal de Contas do Estado realizou fiscalizações em unidades de saúde no ano passado, segundo o diretor regional Flávio Pastri. Irregularidades são comunicadas aos prefeitos, que recebem prazos para solucionar os problemas. A não resolução pode resultar em multas e reprovação de contas. A Secretaria da Saúde de Ribeirão Preto informou que o processo de contratação de uma empresa para manutenção estava previsto para começar em 1º de [mês], sem previsão de término. As condições precárias, portanto, persistem.



