Queixas se intensificaram depois que a farmácia saiu da região central e passou a funcionar no Novo Shopping
Desde sua reinauguração no início do mês, a farmácia de autocusto do HC tem sido alvo de inúmeras críticas por parte dos pacientes. A mudança de localização, do centro da cidade para um shopping na zona leste, não trouxe o conforto prometido, mas sim, longas filas e falta de estrutura.
Mudança de Localização e suas Consequências
A transferência da farmácia para o shopping, com um investimento de R$ 800 mil por parte da Secretaria Estadual da Saúde, visava melhorar o acesso e o conforto dos pacientes. No entanto, relatos de pacientes demonstram o contrário. Vídeos e depoimentos mostram filas imensas, com pessoas esperando por horas em um corredor sem ventilação, água ou banheiro. A falta de organização e informação também é apontada como um problema recorrente.
Depoimentos e Reclamações
Rita de Cácia Moraes, paciente que depende de um medicamento para o coração, relata a dificuldade em conseguir o remédio, cujo custo é de R$ 350 por caixa. Ela descreve a situação na farmácia como caótica, afirmando ter chegado a pensar em sentar no chão devido à falta de assentos. A professora Daniela Tomazelli Alves, cujo marido sofre de artrite, também relata uma espera de três horas, ao final da qual foi informada da falta de um documento. Adalgiso Folioti Alves, que também necessita de medicamentos de autocusto, critica a falta de estrutura, afirmando que a única mudança foi a proteção contra chuva.
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A Necessidade de Melhorias
A Secretaria Estadual da Saúde afirma atender uma média de 900 pacientes por dia, com 90 lugares disponíveis para sentar, e disponibiliza o aplicativo “Remédio Agora” para agendamento. Apesar disso, os relatos de pacientes demonstram a urgência de melhorias na estrutura, organização e atendimento da farmácia, garantindo o acesso adequado aos medicamentos de autocusto, um direito fundamental dos contribuintes.



