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Pai denuncia que filho de 7 anos foi agredido por professora em escola estadual em Ribeirão

Agressões teriam acontecido na E. E. Alcides Corrêa, no Alto da Boa Vista; Diretoria Regional de Ensino abriu investigação
agressão em escola
Agressões teriam acontecido na E. E. Alcides Corrêa, no Alto da Boa Vista; Diretoria Regional de Ensino abriu investigação

Agressões teriam acontecido na E. E. Alcides Corrêa, no Alto da Boa Vista; Diretoria Regional de Ensino abriu investigação

Clayton Ferreira, porteiro, procurou a reportagem da CBN Ribeirão para denunciar agressões sofridas por seu filho de 7 anos, por parte de uma professora da escola estadual Professor Alcides Correia. Segundo Clayton, as agressões, que incluem empurrões, puxões de braço e xingamentos, vêm ocorrendo nos últimos meses.

Confirmações e omissão

Amigos de sala da criança e outros pais confirmaram os relatos de agressão tanto para Clayton quanto para a coordenação da escola. Apesar disso, a escola, mesmo após Clayton ter conversado com a coordenadora e a professora na presença da criança, não tomou nenhuma providência imediata. Após as férias escolares, as agressões se repetiram, e o pai decidiu denunciar novamente.

Atitude da escola e tratamento especial

Após a segunda denúncia, com a presença da diretora e outros funcionários, a escola transferiu a criança para outra sala. Clayton afirma que a professora pediu desculpas, mas que a escola minimizou a situação, alegando que a professora era efetivada e que pouco poderia ser feito. A justificativa não convenceu Clayton, que pretende entrar com uma ação contra a escola. É importante destacar que a criança está em tratamento especializado, com suspeita de autismo, o que, segundo o pai, pode ter contribuído para a falta de paciência da professora.

Investigação e posicionamento da Diretoria

Pelo menos três alunos e seus pais confirmaram as agressões. A Diretoria Regional de Ensino de Ribeirão Preto, em nota, repudiou qualquer ato de violência no ambiente escolar e afirmou que enviará um supervisor para apurar o caso, colocando-se à disposição dos pais para esclarecimentos. A falta de ação imediata da escola, no entanto, levanta questionamentos sobre a eficácia dos protocolos de segurança e o tratamento dado a casos de violência contra crianças.

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