Grupo pede melhoria na infraestrutura das escolas em Ribeirão Preto
A Escola Municipal Caíque Antônio Palosso, localizada no Jardim José Sampaio, enfrenta uma grave crise que mobiliza pais, alunos e funcionários. Com cerca de 800 estudantes do 1º ao 9º ano, a instituição corre risco de incêndio, conforme laudo do Ministério Público que recomenda sua interdição.
Pais em Luta pela Reforma
Preocupados com a segurança dos filhos e a interrupção das aulas, pais se manifestaram em frente à Prefeitura. A reunião de domingo decidiu pela mobilização desta segunda-feira, exigindo a reforma imediata da escola. O risco de incêndio é classificado como grau 5, o mais elevado, agravado pela falta de treinamento e equipamentos adequados para combate a incêndios, além de problemas na estrutura de fuga em caso de emergência. A situação afeta ainda famílias do Bolsa Família, que temem perder o benefício caso seus filhos não frequentem a escola.
Ação Paralela dos Servidores
Em paralelo à manifestação dos pais, servidores da prefeitura também protestam em frente ao Palácio Rio Branco, reivindicando reajuste salarial equivalente à inflação. A prefeitura, no entanto, se mantém irredutível, sem sinalizar qualquer aumento. A Comissão de Pais apoia os servidores, reconhecendo a importância da luta por melhores condições de trabalho e alertando para os impactos negativos de uma greve na educação.
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Pressão pela Segurança e Educação
A situação na Escola Caíque Antônio Palosso exige uma resposta imediata das autoridades. A combinação de risco de incêndio, falta de segurança e a mobilização de pais e funcionários demonstra a urgência da reforma e a necessidade de diálogo entre a prefeitura e a comunidade escolar. A expectativa é que a justiça se pronuncie em breve sobre a interdição da escola, mas a pressão popular busca garantir a segurança e a continuidade do aprendizado dos alunos.



