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Pais pedem justiça por forma como filha foi tratada por professora em escola em Sales Oliveira

Vídeo que circula nas redes sociais mostram a docente empurrando a mesa e gritando com a menina que tem deficiência intelectual
Justiça para filha na escola
Vídeo que circula nas redes sociais mostram a docente empurrando a mesa e gritando com a menina que tem deficiência intelectual

Vídeo que circula nas redes sociais mostram a docente empurrando a mesa e gritando com a menina que tem deficiência intelectual

Um vídeo que circula nas redes sociais desde a última quinta-feira mostra uma discussão entre uma professora e uma aluna de 13 anos com deficiência intelectual na Escola Estadual Capitão Getúlio Lima, em Sales Oliveira. A situação gerou um boletim de ocorrência registrado pelos pais da estudante.

Agressão em sala de aula

Nas imagens, a professora aparece arrancando a carteira da aluna e gritando para que ela vá para a diretoria. A menina, que toma remédios para controlar sua deficiência, está com a cabeça baixa durante toda a cena e se assusta com a reação da professora. O vídeo foi gravado por outro aluno.

Repercussão e investigação

Os pais da aluna, Edson Ventura e Ednauda Moreira Ferreira, moradores do distrito de Cândia, estão abalados com o ocorrido e relatam que a filha, que acorda às 4h para ir à escola, não quer mais voltar para a unidade. A mãe afirma: “Eu não trato nem a minha excreção dentro do cíntico que eu cuido lá, da forma que aquela professora tratou minha filha”. Outros pais também procuraram a reportagem com reclamações semelhantes sobre a escola. A Secretaria da Educação do Estado afirma repudiar qualquer forma de agressão e afastou a professora, abrindo uma investigação que pode levar ao cancelamento do seu contrato. A escola registrou o caso em uma plataforma do programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar.

Desfecho e posicionamentos

A Secretaria de Educação entrou em contato com a família para prestar esclarecimentos. A direção da escola se colocou à disposição para mais informações, mas não quis dar entrevista. O caso destaca a necessidade de um ambiente escolar seguro e respeitoso, especialmente para alunos com necessidades especiais. A busca por justiça e a proteção da estudante são os focos principais deste episódio.

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