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Pais protestam contra condições precárias em escola na Vila Virgínia, em Ribeirão Preto

Responsáveis queixam da direção da CEMEI Professor Eduardo Romualdo de Souza e denunciam falta de segurança e higiene na escola
Pais protestam contra condições precárias em
Responsáveis queixam da direção da CEMEI Professor Eduardo Romualdo de Souza e denunciam falta de segurança e higiene na escola

Responsáveis queixam da direção da CEMEI Professor Eduardo Romualdo de Souza e denunciam falta de segurança e higiene na escola

Pais de alunos da Escola Municipal Professor Eduardo Romualdo de Souza, Pais protestam contra condições precárias em, localizada no bairro Vila Virgínia, em Ribeirão Preto, organizaram um protesto na manhã desta terça-feira para denunciar as condições precárias da instituição. Entre as principais reclamações estão problemas na infraestrutura, falta de higiene nos banheiros e ausência de segurança para os estudantes.

O protesto, que ocorreu na porta da escola, Pais protestam contra condições precárias em, se transformou em uma assembleia interna com a presença do secretário de Educação, professores, alunos, pais e funcionários. Durante o encontro, foram discutidas as denúncias e reivindicações da comunidade escolar.

  • Postura autoritária da diretora, que centraliza decisões e não dialoga com pais e professores;
  • Alterações na organização das turmas sem consulta prévia, prejudicando vínculos entre alunos e docentes;
  • Denúncias de perseguição a funcionários e assédio contra professores;
  • Desaparecimento de equipamentos e materiais escolares;
  • Falta de prestação de contas da escola;
  • Novas regras de entrada e saída que facilitariam o acesso de pessoas não autorizadas;
  • Condições precárias de higiene, com relatos de bigatos e larvas na comida;
  • Problemas estruturais como fiação exposta e banheiros em más condições;
  • Falta de resposta da direção da escola às demandas dos pais;
  • Relato de episódio em que um aluno autista foi chamado de “animal” por uma profissional de apoio.

Reclamações da comunidade escolar:

“Péssimo, a pessoa não para na sala de aula, não manda tarefa para casa. O tempo todo está com o celular na mão. Falta, vai embora no último horário, sai mais cedo, chega mais tarde.” – relato de uma avó sobre o neto.

“Para mim é espantoso, horrorizante, porque às vezes a gente vê coisa na televisão e acha que não vai acontecer. E aconteceu bem próximo.” – Flávia, mãe de dois alunos.

“A gente está pedindo ajuda porque não aguenta mais as condições do banheiro, as condições da escola. A diretora não dá ajuda, as crianças não estão aguentando mais.” – Lara Cristina, mãe de aluno.

“Meu filho autista foi chamado de animal por uma profissional de apoio. Questionei a escola, mas disseram que ele não entendeu direito.” – Ana Paula, mãe de aluno.

Depoimentos de pais:

Posicionamento da Secretaria de Educação: O secretário de Educação de Ribeirão Preto afirmou que as denúncias estão sendo apuradas e que a gestora da escola foi convocada para prestar esclarecimentos. Segundo ele, os problemas relatados são relacionados a pequenas manutenções que serão realizadas o mais rápido possível, embora não tenha estipulado prazo para as intervenções.

“Precisamos ouvir e levantar dados concretos para ter um diagnóstico adequado e atuar de forma racional, preservando os dados.”

A diretora da escola não participou do protesto nem da assembleia realizada no local. A Secretaria de Educação informou que acompanhará as movimentações na escola e que novas medidas poderão ser tomadas conforme o andamento das investigações.

Acompanhamento político: Dois vereadores estiveram presentes para acompanhar a situação da escola, conforme informado durante a cobertura. A participação dos representantes políticos foi destacada como importante para que possam cobrar melhorias efetivas na rede municipal de ensino.

Entenda melhor

A Escola Municipal Professor Eduardo Romualdo de Souza atende alunos da Vila Virgínia, em Ribeirão Preto. As denúncias envolvem desde problemas estruturais até questões administrativas e de gestão. A Secretaria de Educação está investigando as reclamações para definir ações corretivas.

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