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Pais protestam contra mudança forçada de horário em escola pública de Ribeirão Preto

Pais protestam contra mudança forçada de horário em escola pública de Ribeirão Preto
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Pais protestam contra mudança forçada de horário em escola pública de Ribeirão Preto

Pais protestam contra mudança forçada de horário em escola pública de Ribeirão Preto

Pais de alunos da rede pública de Ribeirão Preto protestaram na Câmara Municipal contra a mudança de período escolar de seus filhos, que passarão do sexto ano do ensino fundamental na Escola Domingos Adilson Canezim. A escola não oferece o sexto ano no período da manhã, o que motivou a insatisfação dos pais, que alegam prejuízos à rotina familiar e ao acompanhamento terapêutico dos filhos.

Reivindicações e Justificativas

A publicitária Cristina Ferlin-Mian, mãe de um aluno, expressou sua preocupação com a mudança, destacando a dificuldade em conciliar o trabalho com o novo horário escolar. Outros pais relatam que seus filhos possuem necessidades especiais, como Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), e dependem de terapias e atividades esportivas no período da tarde, que seriam prejudicadas com a mudança. A justificativa da direção da escola, de separar alunos maiores de menores, não foi bem recebida pelos pais, que consideram o conflito inerente à sociedade.

Ações e Reações

Diante da falta de diálogo com a diretora, os pais recorreram ao Ministério Público, organizaram um abaixo-assinado e realizaram um protesto na Câmara Municipal. A Secretaria de Educação informou que a decisão foi tomada pelo conselho escolar da unidade, visando a segurança dos alunos. No entanto, a Secretaria orientou a gestão da escola a receber os pais e analisar a possibilidade de reconsiderar a decisão, conforme os princípios da gestão democrática.

Participação e Diálogo

A situação ressalta a importância da participação dos pais nas decisões escolares, especialmente nos conselhos escolares. A falta de comunicação e diálogo entre a direção da escola e os pais gerou insatisfação e protestos. A comunidade escolar deve estar integrada e aberta ao diálogo para evitar conflitos e garantir o bem-estar dos alunos.

A questão demonstra como a união e a cobrança política podem influenciar decisões de interesse coletivo.

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