Sobre o assunto, confira a análise do especialista em tecnologia André Patrocínio na coluna ‘Conexão CBN’
O apagão que atingiu as redes sociais Facebook, Instagram e WhatsApp em outubro de 2021 impactou bilhões de pessoas em todo o mundo, expondo nossa dependência desses serviços. No Brasil, onde os usuários passam em média 10 horas e 8 minutos por dia nas redes sociais, o impacto foi ainda maior, principalmente para pequenos e médios empreendedores que dependem dessas plataformas para seus negócios.
Alternativas ao Facebook
Com o Facebook fora do ar, muitas pessoas buscaram alternativas para manter a comunicação e o trabalho. O LinkedIn, embora focado em networking profissional, pode ser uma opção para manter contato com pessoas e empresas. Outra alternativa interessante é a Miui, uma rede social com similaridades ao Facebook, que permite postagens mais descontraídas e o desenvolvimento de negócios.
Alternativas ao Instagram e WhatsApp
Para quem busca alternativas ao Instagram, o Pinterest se destaca como uma rede social voltada para imagens, com grande potencial ainda inexplorado no Brasil. Já para os amantes de vídeos, o TikTok se consolidou como um forte concorrente do Instagram, oferecendo diversas possibilidades de conteúdo para marcas e usuários. No caso do WhatsApp, o Telegram surge como uma opção robusta, com mais funcionalidades e fácil adaptação. O Discord, popular entre os gamers, o Skype e o Signal também são mensageiros completos. Vale lembrar ainda das opções nativas dos celulares, como ligações e SMS, que apesar de mais tradicionais, ainda são eficientes.
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Dependência e o Futuro
A dependência de um único fornecedor de serviços digitais expõe a fragilidade do sistema. Embora as empresas invistam em segurança e mitigação de riscos, a possibilidade de novos apagões persiste. A diversificação do uso de plataformas e a exploração de alternativas são medidas importantes para reduzir essa dependência e garantir a comunicação e o funcionamento dos negócios, mesmo em situações de instabilidade.