Presidente do Seeturp, João Henrique Bueno, disse que não houve nenhuma negociação com as empresas
Paralisação Completa do Transporte Coletivo em Ribeirão Preto
A paralisação dos motoristas de ônibus em Ribeirão Preto completa seu segundo dia, deixando a cidade sem transporte público. Reportagem direto do Terminal Rodoviário Evangelina Passigni, no centro da cidade, mostra um cenário de completo abandono, com poucos passageiros aguardando, em vão, por ônibus que não chegam.
Sem Negociações, Motoristas Permanecem Firmes
Segundo João Henrique Bueno, presidente do sindicato dos empregados do transporte urbano, nenhuma negociação foi realizada com as empresas do consórcio para solucionar a greve. Ele lamenta a situação e pede desculpas à população, mas afirma que a paralisação é inevitável devido aos salários atrasados. Bueno critica a falta de intervenção do prefeito municipal, alegando que a responsabilidade pela ausência de transporte público na cidade recai sobre ele.
Prefeitura e Empresas em Silêncio
A reportagem destaca a ausência de posicionamento oficial da prefeitura municipal, que até o momento não se manifestou sobre a greve. As empresas de ônibus também permanecem em silêncio, sem apresentar propostas para resolver o impasse. O presidente do Ceturp afirma aguardar um acordo com as empresas para definir o retorno do serviço.
A população de Ribeirão Preto sofre com a paralisação, que afeta diretamente a rotina de milhares de pessoas. A expectativa é por uma solução rápida para o impasse entre motoristas e empresas de ônibus, com a mediação da prefeitura.



