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Paralisação parcial dos motoristas do transporte público continua nesta terça, 8

Consórcio Pró-Urbano ainda não regularizou o pagamento dos trabalhadores; greve começou no dia 24 de maio
Paralisação transporte público
Consórcio Pró-Urbano ainda não regularizou o pagamento dos trabalhadores; greve começou no dia 24 de maio

Consórcio Pró-Urbano ainda não regularizou o pagamento dos trabalhadores; greve começou no dia 24 de maio

Paralisação parcial dos ônibus continua em Ribeirão Preto

Nesta terça-feira, 24 de maio, a paralisação parcial dos motoristas de ônibus de Ribeirão Preto continua. Segundo o sindicato da categoria, o Consórcio PróUrbano, responsável pelos serviços na cidade, ainda não regularizou o pagamento dos trabalhadores, atrasando o vale transporte que deveria ter sido creditado em 20 de maio. A paralisação teve início em 24 de maio, resultando em 11 dias sem transporte público durante o período de lockdown na cidade. O serviço foi retomado, porém com a paralisação parcial em vigor.

Impacto na população e justificativa do Consórcio

A paralisação afeta diretamente a população, com relatos de terminais lotados, filas extensas e ônibus superlotados, gerando aglomerações e reclamações por parte dos passageiros. O Consórcio PróUrbano alega que a pandemia causou um prejuízo de 35 milhões de reais, justificando o atraso nos pagamentos devido à paralisação das atividades e à consequente queda na receita. Atualmente, a frota opera com apenas 50% da capacidade em horários de pico e 35% no restante do dia, conforme decisão judicial.

Audiência e votação na Câmara

Para hoje está prevista uma audiência no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), com a expectativa de um acordo entre as partes para encerrar a paralisação parcial. Simultaneamente, a Câmara dos Vereadores de Ribeirão Preto realiza a votação final para autorizar o repasse de 17 milhões de reais à PróUrbano pela prefeitura. A situação permanece delicada, afetando o transporte público e a mobilidade urbana da cidade.

A situação do transporte público em Ribeirão Preto permanece instável, com a população aguardando soluções para o impasse entre o sindicato dos motoristas e o Consórcio PróUrbano. A audiência no TRT e a votação na Câmara dos Vereadores são cruciais para definir o futuro da paralisação e garantir o funcionamento adequado do sistema de transporte coletivo.

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