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Passageira tem fratura no antebraço após ônibus do transporte público avançar enquanto desembarcava

Nilva Helena Gomes, de 62 anos, ficou com o braço preso na porta do veículo; ela diz que o PróUrbano não ofereceu ajuda
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Nilva Helena Gomes, de 62 anos, ficou com o braço preso na porta do veículo; ela diz que o PróUrbano não ofereceu ajuda

Nilva Helena Gomes, de 62 anos, ficou com o braço preso na porta do veículo; ela diz que o PróUrbano não ofereceu ajuda

Passageira se machuca ao descer de ônibus em Ribeirão Preto e relata negligência da empresa

Acidente na Avenida Saudade

No dia 29 de setembro, Nilva Helena Gomes, de 62 anos, sofreu uma fratura no antebraço direito ao descer de um ônibus na Avenida Saudade, em Ribeirão Preto. Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que as portas do ônibus se fecham, prendendo o braço da passageira, que cai violentamente no chão após o veículo avançar. Nilva, que trabalha como auxiliar de limpeza, relata fortes dores e dificuldades para realizar suas atividades diárias, estando afastada do trabalho há dez dias.

Falta de assistência e investigação

Após o acidente, a passageira afirma que o motorista parou o veículo e prestou auxílio, porém, o Consórcio Pró Urbano, responsável pelo transporte público, não entrou em contato para oferecer ajuda ou suporte. Nilva relata a falta de humanidade da empresa e a dificuldade financeira devido ao afastamento do trabalho. A Polícia Civil investiga o caso, e o Consórcio Pró Urbano informou que irá checar a ocorrência para tomar as medidas necessárias. A RP Mob, empresa operadora do ônibus, afirma que o caso está em investigação rigorosa e que também tomará as providências cabíveis.

Testemunhos e descaso

Testemunhas presentes no local afirmam que a situação não é incomum e que outros passageiros já tiveram problemas semelhantes com motoristas que não esperam os passageiros completarem o desembarque. Nilva destaca a falta de cuidado dos motoristas e a preocupação com a segurança dos passageiros, principalmente aqueles com problemas de saúde. A passageira ressalta que o acidente não foi culpa sua e que as imagens comprovam a negligência do motorista.

O caso de Nilva Helena Gomes expõe a fragilidade da segurança no transporte público de Ribeirão Preto e a necessidade de maior atenção por parte das empresas responsáveis, garantindo a segurança e o bem-estar dos passageiros. A investigação em andamento deverá esclarecer os fatos e apontar responsabilidades.

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