Técnico, ainda no primeiro tempo, optou por uma formação com quatro defensores; Pantera foi derrotado pelo Mirassol, por 1 a 0
No último final de semana, em Ribeirão Preto, o Botafogo enfrentou o Mirassol em um jogo repleto de expectativa. O Botafogo chegava embalado por quatro vitórias consecutivas, enquanto o Mirassol buscava quebrar uma sequência de cinco jogos sem vencer. A partida tinha ainda mais importância para o Mirassol, que precisava, no mínimo, de um empate fora de casa para manter a liderança do Grupo B da Série C do Brasileiro.
Gol Relâmpago e Mudança Tática
A partida começou com um gol relâmpago do Mirassol aos 20 minutos do primeiro tempo. Após boa troca de passes, Negeba recebeu a bola na área e chutou antes da chegada de Diego Guerra, marcando um golaço indefensável para o goleiro David, do Botafogo. Surpreendendo a todos, o técnico Paulo Baier mexeu na equipe ainda no primeiro tempo, substituindo Marcel por João Diogo, em busca de um time mais ofensivo. Baier explicou a mudança como uma tentativa de melhorar a marcação e o poder ofensivo do time, que não estava encaixando com o esquema anterior.
Polêmica e Chances Perdidas
O segundo tempo foi marcado por chances perdidas pelo Botafogo e uma polêmica envolvendo um possível pênalti não marcado. O goleiro Darley fez grandes defesas, principalmente em um chute de Chucha. Um lance crucial envolveu João Diogo, cuja bola na área bateu no braço de Leão, do Mirassol. O árbitro, após consultar o VAR, decidiu não marcar pênalti, gerando muita reclamação por parte do Botafogo. Paulo Baier lamentou as chances perdidas, incluindo uma finalização de Delgado e o lance polêmico, que na visão dele, deveria ter sido marcado como pênalti.
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Análise Pós-Jogo e Implicações
Após a partida, Paulo Baier analisou o jogo, destacando a superioridade do Botafogo no segundo tempo e as grandes defesas do goleiro do Mirassol. Ele elogiou a dedicação dos jogadores e considerou que o Botafogo jogou de igual para igual, senão melhor, na etapa complementar. A polêmica do lance não marcado gerou confusão após o jogo, com o assessor de imprensa do Botafogo, Luiz Ferrando, entrando em campo para questionar a equipe de arbitragem. O árbitro relatou o incidente na súmula, pedindo que Ferrando deixasse o campo. A discussão sobre a interpretação das regras da International Board quanto à mão na bola foi debatida, com opiniões divergentes sobre se houve ou não infração. Apesar da derrota, o Botafogo mostrou evolução no segundo tempo e a expectativa positiva persiste.



