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Pecuaristas têm até 30 de novembro para vacinar fêmeas bovinas e bubalinas contra a brucelose

Doença pode causar aborto nas fêmeas no terço final da gestação e notificação de casos é obrigatória; a não vacinação gera multa
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Doença pode causar aborto nas fêmeas no terço final da gestação e notificação de casos é obrigatória; a não vacinação gera multa

Doença pode causar aborto nas fêmeas no terço final da gestação e notificação de casos é obrigatória; a não vacinação gera multa

Criadores de gado paulista têm um mês de novembro corrido em relação à imunização do rebanho. Duas importantes campanhas de vacinação exigem atenção dos pecuaristas: a vacinação contra a Brucelose e a febre aftosa.

Vacinação contra a Brucelose: até 30 de novembro

A vacinação contra a Brucelose deve ser realizada até o dia 30 de novembro. Todas as fêmeas bovinas e bubalinas com idade entre três e oito meses devem receber a dose da vacina. A declaração da vacinação no sistema Gedav (Gestão de Defesa Animal e Vegetal) deve ser feita até 7 de dezembro. A brucelose bovina pode causar aborto em fêmeas e é uma doença de notificação obrigatória, causando prejuízos econômicos significativos. A vacinação é feita em dose única.

Vacinação contra a Febre Aftosa: última campanha

A campanha de vacinação contra a Febre Aftosa também exige atenção dos criadores. Até o dia 31 de novembro, bovinos e bubalinos com até 24 meses (cerca de 5 milhões de animais) devem ser imunizados. A comunicação da vacinação ao órgão oficial da Defesa Agropecuária deve ser feita até 7 de dezembro. É importante destacar que esta é a última campanha de vacinação contra a febre aftosa promovida pelo governo do Estado de São Paulo. Após esta etapa, o Estado se tornará zona livre da doença sem vacinação, seguindo os passos de outros estados brasileiros.

Multas e considerações finais

Criadores que não cumprirem com a vacinação e a comunicação estarão sujeitos a multas que variam de R$ 171,30 a R$ 102,78 por animal. A adesão às campanhas de vacinação é fundamental para a saúde do rebanho e a preservação da economia do setor agropecuário paulista. A suspensão da vacinação contra a febre aftosa representa um avanço significativo na saúde animal do Estado.

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