Ele é acusado de homicídio qualificado porque estava bêbado quando bateu o carro e matou uma jovem de 18 anos em 2011
Eitor Mello dos Santos será julgado por júri popular pela morte de Monique Vaquiano, ocorrida em junho de 2011, em Ribeirão Preto.
O Acidente e suas Consequências
Monique Vaquiano, 18 anos na época, faleceu em um acidente na Avenida Saudade após o carro em que estava se chocar com um ônibus. O laudo pericial apontou que o veículo, conduzido por Eitor Mello dos Santos, filho do ex-secretário municipal de saúde José Sebastião dos Santos, estava acima da velocidade permitida. O carro ficou completamente destruído e Monique foi arremessada para fora, morrendo instantaneamente. De acordo com o boletim de ocorrência, registrado como homicídio doloso, o veículo estava a aproximadamente 150 km/h e os passageiros confirmaram que Eitor havia consumido bebida alcoólica antes do acidente.
A Decisão da Justiça
O promotor Marco Stúlio Nicolino pediu o julgamento de Eitor por homicídio qualificado. A juíza Isabel Cristina Alonso dos Santos acatou o pedido e o jovem será levado a júri popular. Caso condenado, a pena pode variar de 12 a 30 anos de prisão. Eitor terá cinco dias úteis para recorrer da decisão.
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Laudo Inconclusivo e Divergências
Embora o laudo pericial tenha apontado excesso de velocidade por parte de Eitor, ele não foi conclusivo sobre quem teria avançado o sinal vermelho. O tacógrafo do ônibus registrou 36 km/h no momento da colisão. A investigação inicial considerou o caso como homicídio doloso, indicando a intenção de matar, apesar da falta de clareza sobre a responsabilidade pelo sinal vermelho.
O caso segue para o júri popular, onde será analisado detalhadamente, buscando esclarecer os fatos e definir a responsabilidade de Eitor Mello dos Santos no trágico acidente que vitimou Monique Vaquiano.



