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Pelo menos cinco pessoas morreram em acidentes envolvendo motoristas bêbados na região

Condutores que beberam e se envolverem em acidentes fatais, se condenados, podem pegar até 30 anos de prisão
Mortes por dirigir bêbado
Condutores que beberam e se envolverem em acidentes fatais, se condenados, podem pegar até 30 anos de prisão

Condutores que beberam e se envolverem em acidentes fatais, se condenados, podem pegar até 30 anos de prisão

Cinco mortes em nossa região foram causadas por motoristas imprudentes que dirigiram sob o efeito de álcool. Este artigo detalha alguns casos e as implicações legais dessas ações.

Mortes no Trânsito por Motoristas Ebrios

Os casos incluem o atropelamento de Ruth Seixas de Oliveira em Sertãozinho por Débora da Silva Souza, que não possuía carteira de motorista e confessou ter bebido; a morte do motociclista Leandro Aparecido em Sertãozinho, atropelado por Ademar Monteiro Jr., que estava bêbado e foi preso em flagrante; a morte do vigia Flávio Previato em Ribeirão Preto, atingido por Clayton Gomes que dirigia na contramão e apresentava sinais de embriaguez; e a morte da passageira Milena Jordana em Guaranésia, após o carro capotado pelo motorista José Vitor, que também estava alcoolizado e foi preso.

Consequências Legais e o Caso Fabrício de Luna Vieira

Um caso polêmico envolve o empresário Fabrício de Luna Vieira, solto após três meses de prisão por provocar um acidente que resultou na morte de Katiusa Viana. Apesar da soltura, ele responde ao processo em liberdade por homicídio doloso. O professor de direito Anial Pacheco explica que, embora a lei seca seja cada vez mais rigorosa, com penas mais severas para homicídio praticado por motoristas embriagados, a busca por liberdade em instâncias superiores é comum. A pena pode variar de homicídio culposo a dolo eventual, com possibilidade de até 30 anos de reclusão.

Recusa ao Bafômetro e Implicações

A recusa ao teste do bafômetro acarreta multa de quase R$ 3.000, processo no DETRAN e suspensão da carteira de habilitação por até um ano. Mesmo sem o bafômetro, outras evidências, como filmagens policiais, odor de álcool e comportamento do motorista, podem ser usadas como prova de embriaguez. Dirigir embriagado é crime, e as consequências são ainda mais graves em caso de acidentes. Todos os motoristas envolvidos nos cinco casos citados responderão a processos no DETRAN, com possibilidade de perda da habilitação e penas de prisão, podendo chegar a 30 anos em caso de condenação por homicídio.

A conscientização sobre os perigos da direção sob efeito de álcool é fundamental para a segurança no trânsito. As consequências legais são severas, e a perda de vidas é incalculável.

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