Segundo Sabrina Macário, estas ferramentas auxiliam na abordagem de causas silenciadas e para empreender
A Central Única das Favelas (CUFA) marcou presença na Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto com uma série de atividades e palestras sobre temas sociais. Uma dessas atividades foi uma roda de conversa sobre ativismo digital, realizada no espaço CUFA, localizado na Praça (próximo ao Drogão Super).
Ativismo Digital nas Comunidades
A palestrante Sabrina Macário, educadora e especialista em inovação e marketing, explicou o conceito de ativismo digital, que engloba o uso das redes sociais para difundir causas e promover mudanças sociais. Ela destacou o aumento da visibilidade das comunidades e periferias por meio das plataformas digitais.
Dados e Impacto nas Redes Sociais
Sabrina apresentou dados do Data Favella, instituto de pesquisa fundado pela CUFA, que demonstram a importância das redes sociais para o desenvolvimento econômico e comportamental das comunidades. Mais da metade da população mundial é ativa nas redes sociais, com o Brasil ocupando a terceira posição. WhatsApp, YouTube, Facebook e Instagram são as plataformas mais utilizadas, sendo empregadas tanto para comunicação quanto para o ativismo. Mais de 58% dos empreendedores de favelas utilizam canais digitais para divulgação e aprendizado.
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Apesar dos benefícios, a palestrante ressaltou a necessidade de responsabilidade no uso das redes sociais, dada a abrangência do ambiente digital. A roda de conversa contou com a participação de outros especialistas em fake news e direitos humanos, promovendo um debate enriquecedor sobre o tema.



