Proibições seguem até o dia 28 de fevereiro; quem desrespeitar as regras estará passível de multa que pode chegar a R$ 100 mil
O período de defeso da piracema começou em 10 de novembro e segue até 28 de fevereiro de 2024, proibindo a pesca em diversas espécies. A fiscalização é reforçada, principalmente no Rio Mogi em Cachoeira de Emas, onde o impacto ambiental é maior.
Limites de Pesca e Multas
A pesca de espécies nativas como curimbá, pial, traíra e barbado é limitada a 10 kg por pescador. Para espécies não nativas (curvina, tilápia, tucunaré, zoíudo e carpa), o limite também é de 10 kg. Pescadores flagrados podem receber multas que variam de R$ 700 a R$ 100.000.
Piracema Adiantada e Abundante
Este ano, a piracema no Rio Mogi-Guaçu em Pirassununga foi antecipada devido às fortes chuvas. Em Cachoeira de Emas, a reprodução dos peixes, que normalmente ocorre em novembro, já era observada em outubro, com peixes saltando para subir o rio em direção à pequena central hidrelétrica local. A expectativa é de uma piracema acima da média dos últimos 10 anos, graças às condições favoráveis.
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Preservação e Recomendações
A preservação da piracema é crucial para garantir a reprodução das espécies e a sustentabilidade do Rio Mogi. A pesca durante o período de defeso compromete a reprodução, afetando as populações futuras. Devido às características do Rio Mogi, com muitas corredeiras e poucas áreas de pesca, a recomendação é evitar totalmente a pesca durante este período, mesmo de espécies exóticas, para evitar multas e garantir a reprodução natural dos peixes.



