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Perto de atingir 70% da população vacinada por completo, Ribeirão registra queda nos casos de Covid-19

Números tem redução de mais de 50%, deixando a cidade em um cenário epidemiológico melhor desde o início da pandemia
casos de Covid-19
Números tem redução de mais de 50%, deixando a cidade em um cenário epidemiológico melhor desde o início da pandemia

Números tem redução de mais de 50%, deixando a cidade em um cenário epidemiológico melhor desde o início da pandemia

Com cerca de 70% da população totalmente imunizada contra a Covid-19, Ribeirão Preto registra queda expressiva em casos, mortes e internações desde maio. As reduções superam 50%, aproximando os números epidemiológicos aos registrados no início da pandemia, em março de 2020. Essa melhora também é observada em Franca e Sertãozinho, outras grandes cidades da região.

Menor pressão no sistema de saúde e retomada de atividades

A diminuição da pressão sobre o sistema de saúde, com fechamento de leitos exclusivos para Covid-19, acompanha a retomada de atividades. Eventos com público em pé, como shows e jogos de futebol, estão liberados com 100% da capacidade, assim como bares, restaurantes e casas noturnas em Ribeirão Preto, mesmo em eventos com mais de mil pessoas, desde que comprovada a vacinação.

Vacinação: fator determinante no controle da pandemia

O infectologista da USP de Ribeirão Preto, Fernando Belíssimo, destaca a vacinação como fator crucial para a rápida melhora do cenário pandêmico. Ele ressalta a importância da imunização completa, incluindo doses de reforço e a vacinação de crianças e adolescentes para evitar a circulação do vírus e novas infecções em adultos e idosos. A eficácia da vacinação superou outras medidas, como o uso de máscaras e o controle social.

Números em queda e a importância da segunda dose

Em setembro, Ribeirão Preto registrou 2.518 casos de Covid-19, o menor número desde junho de 2021. Desde maio, quando foram registrados 12.055 casos, houve queda mensal, com percentuais entre 9,7% e 45,4%. Mortes e internações também diminuíram significativamente. Apesar da melhora, a Secretaria da Saúde reforça a importância da segunda dose da vacina, alertando que cerca de 40 mil pessoas ainda não a tomaram. A proteção oferecida por apenas uma dose, principalmente da Coronavac, é insuficiente, e a imunidade conferida por uma dose de Pfizer ou AstraZeneca é mais curta, podendo deixar a pessoa vulnerável após alguns meses. A recomendação é tomar a segunda dose dentro do prazo indicado no cartão de vacinação.

A cidade demonstra uma tendência positiva, mas a vigilância e a conscientização sobre a importância da vacinação completa continuam essenciais para a manutenção do controle da pandemia.

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