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Pescadores encontram peixes mortos em trecho do rio Mogi Guaçu na zona rural de Pitangueiras

Segundo os rancheiros, o rio está com uma espuma escura e os peixes com uma cor incomum; CETESB nega a contaminação
peixes mortos rio Mogi Guaçu
Segundo os rancheiros, o rio está com uma espuma escura e os peixes com uma cor incomum; CETESB nega a contaminação

Segundo os rancheiros, o rio está com uma espuma escura e os peixes com uma cor incomum; CETESB nega a contaminação

Moradores da região do Rio Mojigo Açu, em Pitangueiras, estão alarmados com a mortandade de peixes ocorrida nas últimas semanas. A situação, que já dura cerca de 30 dias, tem gerado preocupação e incerteza entre os pescadores locais.

Mortandade e Coloração Incomum

Segundo relatos, a maioria dos peixes encontrados mortos são piaparas. Além da quantidade significativa de animais mortos, um detalhe chamou a atenção: alguns peixes apresentavam uma coloração vermelha incomum. Nivaldo Caion Simonete, dono de um rancho na região, relatou ter encontrado um peixe com essa característica, o que o levou a entrar em contato com as autoridades competentes.

Denúncias e Investigações

Além da mortandade de peixes, moradores também reportaram a presença de uma espuma escura na água em alguns dias. Lucy Mara Andrade, outra moradora da região, expressou sua preocupação e tristeza com a situação, pedindo às autoridades uma investigação para apurar as causas do problema. O aposentado Pedro Baldini, que reside próximo ao rio, relatou ter parado de pescar por medo de contaminação.

Resposta das Autoridades

A Secretaria de Infraestrutura, Meio Ambiente e Agricultura de Pitangueiras informou ter comunicado a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) sobre o caso. A CETESB, por sua vez, relatou que uma investigação realizada no dia 28 não constatou a mortandade de peixes, apesar dos relatos da comunidade. A agência afirma que novas denúncias com fotos são necessárias para que novas investigações sejam abertas.

A situação permanece um mistério, com moradores relatando a contínua observação de peixes mortos e a coloração incomum, enquanto as autoridades ainda buscam esclarecer as causas da mortandade. A incerteza e o medo persistem entre a população local, que depende do rio para sua subsistência e lazer.

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