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Pesquisa aponta que idosos têm mais chances de sofrer fraudes

Roubo de identidade é a principal queixa
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Roubo de identidade é a principal queixa

Roubo de identidade é a principal queixa

O número de idosos vítimas de fraudes cresceu significativamente, passando de 36,5% no primeiro trimestre de 2014 para 43,6% no mesmo período de 2023, segundo estudo da Serasa Experian.

Golpes mais comuns e perfis de vítimas

O golpe mais comum é o roubo de identidade para obter crédito ou realizar negócios fraudulentos. Idosos com dificuldades em lidar com a tecnologia e aqueles com renda entre R$ 850 e R$ 1.075 são os principais alvos. O aumento da participação de idosos no mercado de crédito contribuiu para essa vulnerabilidade, já que sua maior circulação na economia, tanto real quanto virtual, amplia o número de potenciais vítimas.

Os golpes variam de ligações telefônicas fraudulentas a visitas domiciliares com ofertas de empréstimos falsos, passando por fraudes online e golpes de associações que prometem benefícios em troca de mensalidades e procurações. Há relatos de pessoas se passando por representantes de instituições financeiras para aplicar empréstimos falsos ou vender produtos com preços exorbitantes, comprometendo a renda mensal dos idosos.

Dicas de prevenção e como agir em caso de fraude

Para se proteger, é crucial não repassar informações pessoais por telefone, mesmo que o atendente possua alguns dados reais. Em caso de dúvidas, contate a empresa por meio de canais oficiais. Evite fechar negócios fora de estabelecimentos comerciais e desconfiar de propagandas com preços muito atrativos em e-mails. No mundo virtual, digite diretamente o endereço eletrônico da loja para confirmar o preço antes de realizar a compra.

Se for vítima de um golpe, registre um boletim de ocorrência detalhando a situação, comunique o banco imediatamente para cancelar cartões e evitar saques, e procure orientação jurídica para buscar ressarcimento dos prejuízos. Lembre-se: instituições financeiras não solicitam senhas ou dados pessoais por telefone.

Considerações Finais

Embora os idosos sejam um grupo vulnerável, a pesquisa também destaca que adultos entre 28 e 59 anos são o principal alvo dos golpistas (49,9%), superando a porcentagem de idosos afetados (43,3%). A criatividade dos golpistas exige constante atenção e cautela por parte da população.

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