Levantamento foi feito entre profissionais de 18 a 24 anos; quem analisa é David Forli Inocente no ‘CBN Carreiras e Lideranças’
A Geração Z e a Rotatividade de Empregos
Uma pesquisa recente revelou um dado alarmante: 25% dos jovens permanecem em seus empregos por apenas três meses. Este fenômeno, conhecido como job hopping, é uma tendência global que exige atenção de empresas e profissionais. A rotatividade tão alta impacta negativamente a produtividade, os custos de recrutamento e treinamento, além de afetar o desenvolvimento de projetos e a cultura organizacional.
Os Motivos por Trás da Rotatividade
Mas o que leva os jovens a mudarem de emprego com tanta frequência? A pesquisa aponta para diversos fatores. Embora a remuneração seja importante, outros aspectos pesam mais na decisão, como oportunidades de aprendizado, qualidade de vida (benefícios, horários flexíveis), e a possibilidade de causar impacto positivo. A geração Z busca significado no trabalho, além de apenas um salário. A falta desses elementos pode levar à frustração e à busca por novas oportunidades.
O Papel das Lideranças
Diante desse cenário, o papel das lideranças é fundamental. É preciso entender as aspirações dos jovens, dialogar abertamente, e criar um ambiente de trabalho que valorize o desenvolvimento profissional e pessoal. Investir em mentoria, feedback construtivo e oportunidades de crescimento interno são estratégias eficazes para reter talentos. Acompanhar os planos de carreira dos colaboradores e alinhar as expectativas com os objetivos da empresa é crucial para construir relacionamentos duradouros e produtivos.
Leia também
A rotatividade de empregos entre jovens é um desafio que exige uma abordagem multifacetada. Empresas e profissionais precisam se adaptar a essa nova realidade, buscando o equilíbrio entre estabilidade e desenvolvimento, significado e propósito. O diálogo, a compreensão e a adaptação são as chaves para navegar nesse cenário em constante transformação.