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Pesquisa confirma poder de compra de alimentos comprometido pela inflação

Economista explica que o motivo do aumento é devido a retomada de vários segmentos
Inflação e poder de compra
Economista explica que o motivo do aumento é devido a retomada de vários segmentos

Economista explica que o motivo do aumento é devido a retomada de vários segmentos

A inflação impacta diretamente o poder de compra dos brasileiros, comprometendo o acesso a itens básicos da cesta alimentar. Uma pesquisa da Associação Paulista de Supermercados (APAS) aponta que o aumento de preços na cesta básica supera a inflação acumulada no ano, chegando a quase 10%.

Impacto da Inflação nos Preços dos Alimentos

O aumento de preços atinge diversos produtos, desde itens básicos como arroz, feijão e leite até proteínas como carnes e embutidos. A pesquisa da APAS destaca aumentos significativos: café com 48%, pães franceses com 10%, margarina com mais de 24%, iogurte com 23%, filé mignon com mais de 25,5%, frango com mais de 30% e embutidos com 19%. A alta nos preços afeta diretamente o consumidor, que precisa reduzir a quantidade de produtos comprados para se adequar ao orçamento.

Fatores que Contribuem para o Aumento de Preços

Diversos fatores contribuem para esse cenário. A retomada da economia após a pandemia gerou um aumento na demanda, enquanto a capacidade de produção de alguns setores ainda não se recuperou totalmente. A concorrência com o mercado externo e eventos climáticos como secas e geadas também influenciam os preços. O economista Felipe Borba destaca a aceleração na demanda e a dificuldade de normalização da situação nos próximos dias. O gerente de supermercados Antônio explica que a alta de preços, muitas vezes, vem diretamente do produtor ou fornecedor, sendo repassada ao consumidor para garantir a saúde financeira das empresas.

Perspectivas para o Futuro

A tendência é de estabilidade nos preços, mas a possibilidade de novas quedas de safra ou aumentos no valor do dólar podem impactar negativamente o cenário. A manutenção dos preços atuais, ou até mesmo pequenos aumentos, é mais provável do que uma queda significativa nos próximos meses. A situação exige atenção e planejamento por parte dos consumidores, que precisam buscar alternativas para equilibrar seu orçamento diante do aumento no custo de vida.

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