Estudo identificou uma proteína que protege o glioblastoma, um tipo de câncer cerebral, durante o tratamento por radio terapia
Uma pesquisa realizada pela Unesp de Araraquara identificou uma proteína no cérebro que torna as células do glioblastoma, Pesquisa da Unesp de Araraquara desenvolve, o câncer mais agressivo, mais resistentes à radioterapia. Essa proteína protege o tumor durante o tratamento, dificultando sua eficácia.
O estudo, que já foi publicado em uma revista científica importante, representa um avanço significativo para o desenvolvimento de terapias que possam neutralizar essa proteína e melhorar os resultados da radioterapia no combate ao glioblastoma.
Importância da pesquisa: A descoberta pode contribuir para tratamentos mais eficazes contra o glioblastoma, que atualmente apresenta alta resistência aos métodos convencionais.
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Contexto acadêmico e social: O trabalho exemplifica a relevância da aproximação entre o meio acadêmico e a sociedade, mostrando que pesquisadores dedicam meses em laboratórios para alcançar avanços que impactam diretamente a saúde pública.
Exemplos de avanços científicos recentes
Além da pesquisa sobre o glioblastoma, outros trabalhos científicos, como os relacionados às células-tronco em Ribeirão Preto e o desenvolvimento da vacina contra a Covid-19, demonstram o esforço coletivo da comunidade científica para enfrentar desafios de saúde.
Entenda melhor
O glioblastoma é um tipo de tumor cerebral altamente agressivo e resistente a tratamentos. A descoberta da proteína que protege o tumor durante a radioterapia pode abrir caminho para novas estratégias terapêuticas.



