Atualmente, o trabalho se baseia em vírus e tem custo alto; o foco, atrásra, é no tratamento não-viral
A terapia gênica, que consiste na substituição de genes defeituosos por genes saudáveis para tratar ou curar doenças, enfrenta desafios como o alto custo e os riscos associados ao uso de vírus como vetores. No entanto, uma pesquisa inovadora da USP de Ribeirão Preto aponta para um futuro promissor.
Terapias Não Virais: Uma Nova Perspectiva
Cientistas da USP, das áreas de administração, medicina e terapia gênica, publicaram um estudo em revista internacional que identificou tendências tecnológicas em terapias não virais. A pesquisa analisou patentes para prever o desenvolvimento da tecnologia e direcionar investimentos em pesquisas com maior potencial de sucesso e retorno.
Investimentos e Acesso à Terapia Gênica
De acordo com Virgínia Castro, pesquisadora envolvida no estudo, o objetivo principal foi identificar tecnologias promissoras para o desenvolvimento de terapias gênicas mais acessíveis. Os pesquisadores acreditam que essa análise pode orientar investimentos de pesquisadores, universidades e empresas, impulsionando a comercialização e o acesso ao tratamento.
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O Futuro da Terapia Gênica
O Homo Centro, instituição que investe fortemente em terapias celulares, pretende implementar pesquisas com foco em terapias não virais. A meta é reduzir custos de produção e tornar a terapia gênica mais acessível à população, utilizando vetores com processos de produção mais baratos. Essa abordagem inovadora representa um passo significativo em direção a um tratamento mais eficiente e economicamente viável para diversas doenças.



