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Pesquisa da USP desenvolve inteligência artificial para diagnóstico do câncer de mama

Ferramenta abastecida com exames de imagens e dados clínicos ajuda a diminuir número de biópsias desnecessárias
Pesquisa da USP desenvolve inteligência artificial
Ferramenta abastecida com exames de imagens e dados clínicos ajuda a diminuir número de biópsias desnecessárias

Ferramenta abastecida com exames de imagens e dados clínicos ajuda a diminuir número de biópsias desnecessárias

Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto desenvolveram um modelo de inteligência artificial para auxiliar no diagnóstico do câncer de mama. A ferramenta analisa dados clínicos e imagens de ultrassom para prever se uma lesão na mama é benigna ou maligna, Pesquisa da USP desenvolve inteligência artificial, o que pode reduzir o número de biópsias desnecessárias.

Funcionamento da inteligência artificial: Segundo os responsáveis pelo desenvolvimento da tecnologia, o sistema identifica lesões benignas, evitando a necessidade de cirurgia para biópsia nesses casos. O mastologista e professor da Faculdade de Medicina, Daniel Guimarães Tiesi, explicou que cerca de 70% das biópsias realizadas resultam em lesões benignas, o que indica que a ferramenta pode diminuir procedimentos invasivos e agilizar o atendimento dos pacientes.

Precisão e benefícios: De acordo com os pesquisadores, o modelo tecnológico acertou mais de 90% das vezes em que descartou o câncer, contribuindo para diagnósticos mais precisos e menos invasivos. A iniciativa visa acelerar o processo de diagnóstico precoce, fundamental para a prevenção e tratamento eficaz do câncer de mama.

Cobertura do festival João Rock

Além da pesquisa, o portal G1 destacou a cobertura do festival João Rock, realizado recentemente no Parque Permanente de Exposições, que reuniu cerca de 58 mil pessoas. O evento contou com 36 artistas em cinco palcos, apresentando shows de várias gerações da música brasileira, homenagens e participações especiais.

História de amor no João Rock: Uma reportagem especial mostrou a história da psicóloga Letícia Zilil, de 31 anos, que fez um ensaio fotográfico em locais tradicionais do festival ao lado do noivo. O casal tem uma relação afetiva com o evento, e a filha deles será chamada Liz Maria, em homenagem à canção “Flor de Liz” de Javar e ao nome Maria.

Informações adicionais

Os interessados podem conferir a cobertura completa do João Rock no portal G1, que inclui entrevistas exclusivas, fotos e um resumo dos principais momentos do festival.

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